A chuva molhava o meu rosto
E ao cair no chão
Arrastava lágrimas de paixão
Que choro sem ninguém ver
E nessas lágrimas
Que caem no chão
Vão palavras sem perdão
Que nunca quis dizer
E quem olhava
via um sorriso
De quem quer esconder
Um amor que não tem e não pode ter
Impossível
Voltar a viver
O que o outro não perdoa
Não aceita e não quer
Joelhada no altar
Peço perdão a jurar
Por Deus
Nunca te fazer mais mal
Para mim podes voltar
Como és te vou aceitar
Não deixemos de viver a felicidade
Que só ao lado um do outro podemos encontrar
Mesmo que seja
Em pequenos nadas
Eu prefiro um pouco de ti
E poder amar...
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