terça-feira, 27 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
PEDAÇOS
Tu surgiste na minha vida
As duas bocas sensuais se esmagaram uma na outra
E te senti renascer...
As nossas mãos entrelaçadas
Repletas de emoção
Quebraram as algemas da escravidão
As minhas
As tuas não
E encheram de segredos
O teu e o meu coração
És todo meu
Guardo-te dentro do meu ser
Os dois corpos no mesmo pecado
Adormecias no meu seio
No meu corpo quente ardendo em desejo
Deitado ao meu lado
Nessa loucura de um amor que não cansava
E que agora me destroi em pedaços...
As duas bocas sensuais se esmagaram uma na outra
E te senti renascer...
As nossas mãos entrelaçadas
Repletas de emoção
Quebraram as algemas da escravidão
As minhas
As tuas não
E encheram de segredos
O teu e o meu coração
És todo meu
Guardo-te dentro do meu ser
Os dois corpos no mesmo pecado
Adormecias no meu seio
No meu corpo quente ardendo em desejo
Deitado ao meu lado
Nessa loucura de um amor que não cansava
E que agora me destroi em pedaços...
CASINO
Quando te vi
Naquela noite...
Quando me vires fecha os teus olhos meu amor
Não quero sentir o desejo que estremece no teu olhar
E que me diz que entre nós não morreu este amor
Sinto que a doçura do meu ser no teu ficou
E que a tremer a tua boca deseja encontrar a minha
Queimando a tua alma por me possuires
Depois quase louco
Partes a fugir
Porque tens medo de sentir
Que sou a única mulher que no delirio da posse te enlouqueceu
E ainda te enlouquece
Malditos os dias que separam nossas vidas
Naquela noite...
Quando me vires fecha os teus olhos meu amor
Não quero sentir o desejo que estremece no teu olhar
E que me diz que entre nós não morreu este amor
Sinto que a doçura do meu ser no teu ficou
E que a tremer a tua boca deseja encontrar a minha
Queimando a tua alma por me possuires
Depois quase louco
Partes a fugir
Porque tens medo de sentir
Que sou a única mulher que no delirio da posse te enlouqueceu
E ainda te enlouquece
Malditos os dias que separam nossas vidas
LEMBRANÇAS

Lembranças que perduram
Um tempo em suspensão
Horas de ternura
Momentos de paixão
Um desejo de paz
Compreensão, serenidade,amor
Raízes de vida
Sem espinhos a ferir
E tudo há-de sorrir
No brilho da nossa alma
É a vida com vida
É a fuga ao tormento
A busca do desejado
O entendimento procurado...
A tua vida na minha vida
Meu querido...meu amado!
domingo, 18 de setembro de 2011
ROSA VERMELHA
ARCO

Tenho um arco do amor
E todos os dias disparo uma flecha ao teu coração
Quando ela embate no mármore frio que o envolve
Quebra-se uma pequena lasca
E eu continuo cada dia...
A enviar a minha flecha de amor
O trabalho é árduo e demorado porque o mármore é duro
Mas nada resiste ao amor
Demore o tempo que demorar
Pode ser até à eternidade
O mármore acabará por cair
Porque só o amor é real
O resto não existe!
TANTO AMAR
COMO AS ONDAS
NÃO

Não
Não estava feliz
Não
Não queria aquilo que tinha
Mas não havia berros nem gritaria
E construi uma grande e faustosa vida
Vinte e tal anos de casamento
Onde já não existia amor
Mas havia respeito e uma família
Tu chegaste
E puseste de pernas para o ar essa vida
Quando descobri
Que por ti sentia
Um amor sem limites que nunca antes sentira
Por ti troquei sem medo
Muitos anos de um casamento e tudo o que construi
Com trabalho e esmero
Troquei tudo por ti
Que prometeste ser meu companheiro
sábado, 17 de setembro de 2011
SINO
O sino da Igreja repicava a celebrar o nosso amor
Que faziamos ali mesmo ao lado com paixão e com ardor
Andavamos kilometros pois pensavamos ser seguro o nosso ninho
Entregavamo-nos sem pudor com ternura e com carinho
Saciavamo-nos um do outro no calor dos nossos corpos
Esgotavamos com foror o fogo em nossos beijos
E era tão gostoso esse sabor
Tão ardente o teu desejo
Que eu sentia desfalecer o meu corpo sobre o teu
Sentia-me morrer e ir até ao céu!
NAQUELA NOITE

Naquela noite ali à minha frente
Mandei-te beijos quando te vi de repente
Dei voltas...e voltas
E lá estavas tu!
Mais voltas davas naquela rotunda
E já sozinho
Parei
Ofereci-te boleia
Fui atrás falei
E quando te perdi
Fui à tua porta
Foi quando ouvi
Gritos
Portas a bater
Temi por ti
Quis-te proteger
Do teu pobre viver
SONHO DE AMOR
MALDIÇÃO
CONQUISTAS
Chorei!
Não foi de tristeza
Não foi de alegria
Chorei de emoção
Por ver que dentro de ti havia ainda coração
Por ver que tinha razão
Em pensar que dentro de ti havia ainda alguma bondade
Chorei
Com a emoção de ver que entre as tuas amigas estava eu
Mas...ali voltei vários dias e não te encontrei
Não!
Até que um dia bateu forte o meu coração
Online estavas tu
Aquele que sabia ainda ter alguma compaixão
Mas...
disse: - Olá!
E nesse dia então
Rolaram pela minha face
Duas lágrimas de desilusão
Eu não fazia afinal parte das tuas amigas
Eu faço apenas parte das estatisticas
Das tuas conquistas
Das de outrora e de então
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
REMÉDIO
Hoje apetecia-me entrar pelo mar dentro e ficar lá para sempre!
Ir para um lugar melhor onde o teu ódio não entre
Hoje apetecia-me ver outro sol
Um que a tua raiva rebente
Hoje apetecia-me fugir do amor que o meu coração sente
Hoje apetecia-me entrar pelo mar dentro e ficar lá para sempre!
Talvez esse fosse o remédio para a dor que me atormenta
Talvez fosse o antídoto para o veneno que trazes na alma
Talvez a tua maior alegria
Talvez a tua vitória!
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
CASTELO
O castelo onde vive preso o teu e o meu amor
Que com um beijo havemos de juntos libertar
Para em mil dias de felicidade o viver
Cada momento como se nunca se tivesse interrompido
E cada noite
E cada dia
Tivesses
Sempre comigo vivido!
Que com um beijo havemos de juntos libertar
Para em mil dias de felicidade o viver
Cada momento como se nunca se tivesse interrompido
E cada noite
E cada dia
Tivesses
Sempre comigo vivido!
DESNUDEI-TE
Desnudei-te de preconceitos
Arranquei-te à solidão
Roubei a tristeza a teus olhos
Ensinei-te o amor sem razão
Libertei-te das amarras da obrigação
Dei-te lições de paixão
E quando conhecias o sabor da felicidade
Fugis-te com medo da alegria
E da vida vivida sem frustração
Escolheste o comodismo
Dos que não têm coragem nem determinação
Escolheste passar pela vida
Em vez de vivê-la com emoção
Arranquei-te à solidão
Roubei a tristeza a teus olhos
Ensinei-te o amor sem razão
Libertei-te das amarras da obrigação
Dei-te lições de paixão
E quando conhecias o sabor da felicidade
Fugis-te com medo da alegria
E da vida vivida sem frustração
Escolheste o comodismo
Dos que não têm coragem nem determinação
Escolheste passar pela vida
Em vez de vivê-la com emoção
VIDA QUE VIVO
Vida que vivo e espero...
Quando a ti me abraço e te aperto
No meu peito
Onde te tive e quero
Onde te perdi
No meio do desespero
Espero por ti
Quando na cama me deito e não te encontro...
Quando a ti me abraço e te aperto
No meu peito
Onde te tive e quero
Onde te perdi
No meio do desespero
Espero por ti
Quando na cama me deito e não te encontro...
MIL DESTINOS
Caminhos
Mil destinos
Encontros
Desencontros
Vidas sem sentido
Em várias relações vivida
Vidas perdidas
Que o sexo sem amor afogou
Em emoções enegrecidas
Onde o amor não morou
Perdi-te nessas avenidas
Da loucura e do medo
E em camas de hotéis
Onde a manhã chega cedo
Para fugir de outros braços que não queres
Mas a isso te obrigas
Com o teu desassossego
Mil destinos
Encontros
Desencontros
Vidas sem sentido
Em várias relações vivida
Vidas perdidas
Que o sexo sem amor afogou
Em emoções enegrecidas
Onde o amor não morou
Perdi-te nessas avenidas
Da loucura e do medo
E em camas de hotéis
Onde a manhã chega cedo
Para fugir de outros braços que não queres
Mas a isso te obrigas
Com o teu desassossego
ESTRADAS
NOITE FRIA
No amor que se escoa
Dos teus dedos para outra pessoa
Do teu coração para ninguém
Do teu sexo para quem vem
Nesse amor se esvai a vida
Vida com felicidade
Na alegria de quem tem
Carinho
Amor
Ternura
E um abraço quente à espera
Na noite fria que chega...
Dos teus dedos para outra pessoa
Do teu coração para ninguém
Do teu sexo para quem vem
Nesse amor se esvai a vida
Vida com felicidade
Na alegria de quem tem
Carinho
Amor
Ternura
E um abraço quente à espera
Na noite fria que chega...
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
LUZ
A luz dourada do sol
Dá brilho à minha vida e saudade ao meu amor
O azul ondulado do mar
Traz suspiros aos meus ouvidos de belas recordações do passado
Cada grão de areia é a medida dos dias desperdiçados
Em nossos abraços de seda atados
Nos beijos de jóias de brilhantes adornados
E no amor de rosas vermelho perfumado
TU E EU
Sou tu e tu és eu
Sou sol e tu estrela
Sou a tua alma gémea
Que tempo ou distância separa
Para ser dois
Não é preciso corpos
Apenas duas almas
Só dois corações cheios de um amor que não acaba...
Sou sol e tu estrela
Sou a tua alma gémea
Que tempo ou distância separa
Para ser dois
Não é preciso corpos
Apenas duas almas
Só dois corações cheios de um amor que não acaba...
PASSADO
Na loucura do passado
Na paixão desenfreada
No amor descontrolado
Não quis saber de nada
Vivi intensamente
Nos teus braços acordada
Dormia no teu peito
Sempre a ti agarrada
Temia que o vento
Te levasse de repente
Te tirasse de mim
Fica-se sem ti para sempre
E foi assim que te perdi
E anos fiquei tão só
Não perdi a esperança
Continuo a ter fé sem fim...
E num dia de sol
Brilharás de novo na minha vida
Vou fazer-te feliz
Como ninguém há na vida
Na paixão desenfreada
No amor descontrolado
Não quis saber de nada
Vivi intensamente
Nos teus braços acordada
Dormia no teu peito
Sempre a ti agarrada
Temia que o vento
Te levasse de repente
Te tirasse de mim
Fica-se sem ti para sempre
E foi assim que te perdi
E anos fiquei tão só
Não perdi a esperança
Continuo a ter fé sem fim...
E num dia de sol
Brilharás de novo na minha vida
Vou fazer-te feliz
Como ninguém há na vida
ONDE ESTÁS
Vou e venho todos os dias
Na esperança de te encontrar
Mas a rua continua vazia
E no areal da praia não te consigo descortinar
Depois paro na esplanada
Quem sabe se te vou lá encontrar
Olho ao redor
Mas nenhum daqueles homens és tu
Nenhum tão bonito
Nenhum com o teu charme
Parto de novo
Com a saudade na alma...
terça-feira, 6 de setembro de 2011
PALAVRAS PERDIDAS
Palavras levadas pelo vento
Palavras gravadas na pedra do tempo
Palavras que não devias ter dito
Palavras que te acorrentam até ao fim dos teus dias
Palavras que dizias que cumprias
E que continuam em incumprimento
Mas que dizes cumprir
Neste ou noutro tempo
Antes da tua vida virar um lamento
Antes das tuas lágrimas afogarem o teu corpo
E a dor destruir e fazer ruir o teu coração sedento...
Palavras gravadas na pedra do tempo
Palavras que não devias ter dito
Palavras que te acorrentam até ao fim dos teus dias
Palavras que dizias que cumprias
E que continuam em incumprimento
Mas que dizes cumprir
Neste ou noutro tempo
Antes da tua vida virar um lamento
Antes das tuas lágrimas afogarem o teu corpo
E a dor destruir e fazer ruir o teu coração sedento...
SONHOS DE AMOR
Os sonhos de amor por realizar
Transformam a vida numa continua solidão e dor
Machucam o coração e voltam a cada instante a quebra-lo
Os sonhos de amor que de ti são feitos
Os sonhos que contigo eu sempre posso sonhar
Porque à noite quando largas o teu corpo
É comigo que te vens deitar
Transformam a vida numa continua solidão e dor
Machucam o coração e voltam a cada instante a quebra-lo
Os sonhos de amor que de ti são feitos
Os sonhos que contigo eu sempre posso sonhar
Porque à noite quando largas o teu corpo
É comigo que te vens deitar
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
INVADES
Invades os meus dias sem te ter
Invades a minha alma de luz que não brilha
Invades os meus braços em enlaços em que não estás
Invades o meu coração de perfume que não sinto
Invades os meus pensamentos cheios de ti
Invades os meus sentimentos de emoções que perdi
Invades a minha vida de vida que não vivemos
Invades de ausência as minhas noites sem teu corpo
Invades de ti a minha existência...tu és meu para sempre!
Invades a minha alma de luz que não brilha
Invades os meus braços em enlaços em que não estás
Invades o meu coração de perfume que não sinto
Invades os meus pensamentos cheios de ti
Invades os meus sentimentos de emoções que perdi
Invades a minha vida de vida que não vivemos
Invades de ausência as minhas noites sem teu corpo
Invades de ti a minha existência...tu és meu para sempre!
MOMENTOS NOSSOS
Apresentaram-nos
Beijaste-me demorada e gentilmente, demoraste mais do que o tempo suficiente para um simples cumprimento e os nossos olhos ficaram presos como se algum cupido invisível nos tivesse atingido. Tinhas o charme de um galã de cinema e uma voz linda, não só linda como uma facilidade louca de falar, de prender...
A partir daquele dia a tua presença em qualquer lugar por mim frequentado passou a ser assídua...
Beijaste-me demorada e gentilmente, demoraste mais do que o tempo suficiente para um simples cumprimento e os nossos olhos ficaram presos como se algum cupido invisível nos tivesse atingido. Tinhas o charme de um galã de cinema e uma voz linda, não só linda como uma facilidade louca de falar, de prender...
A partir daquele dia a tua presença em qualquer lugar por mim frequentado passou a ser assídua...
ESPERANÇA
NA PRAIA
domingo, 4 de setembro de 2011
DEUS
Já está vazia a praia
Já o sol vai mergulhar
Na noite que se aproxima
Com a lua lá no alto a brilhar
O azul do mar a escurecer
Como o meu coração
Que não quer da praia partir
Ir para casa para quê
Se não posso por ti a esperar
Porque teimas em não vir
Mas se Deus me prometeu
E a tua alma criou para mim
Porque não queres ser meu
Se foi Deus que decidiu
TU ÉS O MEU AMOR
TU
BEIJEI OS TEUS OLHOS
No meio do meu pensamento
Encontrei-te a chorar
Beijei os teus olhos
Para as tuas lágrimas secar
Peguei na tua mão
Para no mar mergulhar
E as tuas mágoas
Lá bem fundo afogar
Quero ver o teu sorriso
E o brilho do teu olhar
A alegria no teu coração
Na tua vida a felicidade
Gosto de ti já te disse
Cada dia mais e mais
Vem depressa ou qualquer dia
Não me encontras no areal
Levo-te nos raios do sol
E no brilho do luar
Vou contigo até ás estrelas
Onde fico a sonhar
PEQUENOS ENXERTOS DA NOSSA HISTÒRIA
Era um dia quente, sentia um calor enorme.
Despi-me e meti-me debaixo do chuveiro, abri-o e deixei correr a água fria sobre mim.
Gotas brilhantes formavam-se no meu corpo, fechei os olhos deliciada, quando os voltei a abrir vi-te ali de pé com a toalha na mão a olhar para mim.
Sai do duche, estendeste-me a toalha e cingiste-me com carinho, levei-te para o quarto e entreguei-me com êxtase, amamo-nos, calma e violentamente, com ternura, apaixonadamente...
Despi-me e meti-me debaixo do chuveiro, abri-o e deixei correr a água fria sobre mim.
Gotas brilhantes formavam-se no meu corpo, fechei os olhos deliciada, quando os voltei a abrir vi-te ali de pé com a toalha na mão a olhar para mim.
Sai do duche, estendeste-me a toalha e cingiste-me com carinho, levei-te para o quarto e entreguei-me com êxtase, amamo-nos, calma e violentamente, com ternura, apaixonadamente...
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
AMAR É
AS PALAVRAS
Palavras que não vale a pena escrever
Palavras que devem ficar por dizer
Palavras que não deves conhecer
Palavras que são verdades que quem mente não pode perceber
Palavras que devo esquecer
Palavras que não vais compreender
Palavras que não queres ler
Palavras que é melhor não saber
Palavras que de amor estão cheias
Palavras que num coração envenenado não entram
Palavras que leva-as o vento
Palavras que em ti não encontram sentimento
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