quinta-feira, 14 de outubro de 2010

KINITO

Kinito
Meu querido Kinito
Tenho uma fé imensa na tua força
Na tua coragem
És meu, meu, meu
Lembra-te disso!

Eu
É que nunca me esqueço nem posso esquecer
É o que me acalma nas minhas noites sombrias
E tráz o sono ás minhas palpebras
És o meu destino
Abençoado por Deus

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

SENTADA

Sentada ao fresco
Iluminada pela luz suave do sol
E pela leve brisa do começo da manhã
Penso em ti

Sorrio
Porque a serenidade maravilhosa de um momento
Enche de alegria o meu coração
E de lembranças o meu pensamento

Oiço então a voz do mundo
Pedindo para não esquecer esse anseio
De te amar em silêncio
Amar-te sem palavras,amar-te não te amando!

SURGIU A LUA

Pôs-se o sol
Surgiu a lua sobre o mar
Ilumina a imensidão de areia
A refulgência do luar
Deslumbramento para o meu olhar

As longas horas do dia
Decorreram numa espécie de sombria confusão
Anseio de correr os riscos necessários para me ser permitido viver
Coisas que a mente não pode reconciliar
Mas que o coração teima em querer

TARDE


Assim se passou a tarde
E o sol já no poente
Cintila como ouro
Na linha do horizonte

As sombras a estirar-se
Na areia deserta
Quando o sol começa a declinar
Atmosfera de excitação
A tocar as raias do delirio
Enche de amor o meu coração

domingo, 10 de outubro de 2010

MORTE

Morre o teu corpo
Morre a tua alma
Morre o sexo
Morre lentamente o teu coração
Morre
Mas o amor não morre não
O amor arde com o fogo da paixão
Que sinto por ti
Que sentes por mim
Não digas que não... eu sei que sim!

ESCREVI

Escrevi para ti
Um poema de amor
Mas quando o li
Vi
Que nenhuma palavra é suficiente
Para dizer o que sinto por ti
Nenhuma palavra pode descrever
O que sinto a crescer
E eu queria apenas ver
Extinguir-se e morrer
E não te posso dizer
Assim no meu peito vai morrer
O segredo que ninguém vai saber
E que pertence só a mim

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

NUVENS DE ALGODÃO

Olho as nuvens de algodão branco
O azul luminoso do céu
Mergulho no luar
Que se estende até ao firmamento
Nessas águas profundas
Escondo o meu penar
Choro na areia da praia
Onde o vento me vem afagar
Como se fora a mão de Deus
Que me vem reconfortar

ACABOU

Amor
Que perdi de ti
Quando não falaste de nós
Acabou assim uma paixão sem fim
A morrer dentro de mim
Sufocamos esse amor
Que nos provocou prazer
Mas também dor e sangue
Nos nossos destroçados corações

LOUCURAS

No amor que contigo fazia
Perdi a alma e o coração
A cabeça e a razão
No teu peito me deitei
E enlouqueci
Minhas mãos em teu corpo
Corri
De prazer e emoção
Magia
Vivi
No gozo do fogo que ardia
Nos nossos corpos loucos de paixão
Queres fazê-lo de novo...
Ou não???

OLHOS TRISTES

Amor de ti e de mim
Numa saudade sem fim
Que não morre no meu peito
Vendo no firmamento
O pôr-de-sol sobre o mar
Fico com recordações de ti triste
Para mim a olhar...