Já mergulhei bem fundo as minhas ilusões
Da fria água as não vou tirar
Ficam lá bem fundo no imenso mar
A alma mais não me vão rasgar
Nas mentiras que ouviram
E nos deixaram sem caminho e sem destino
E me fizeram espiar culpas que não tinha
Vão acabar
Mesmo que morra doente de saudade
Por não poder a mão te dar
Fica sepultada essa dor e acaba aqui este blog
SOL DA MINHA VIDA
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
PEDRAS
O ódio veio e as pedras choveram quebrando o amor e matando as ilusões
O desprezo feriu de morte e destruiu o futuro
Foi embora
Partiu
Fiquei apenas com o vento e o mar
E o sonho de ainda te voltar a encontrar
Talvez aqui
Talvez não
Mulher sofrida que na dor espero
Por ti espero
E se não for aqui
Há-de ser na eternidade
Que a minha dor em vida vai mudar quando lá te encontrar
Basta-me esperar...esperar...esperar...
O desprezo feriu de morte e destruiu o futuro
Foi embora
Partiu
Fiquei apenas com o vento e o mar
E o sonho de ainda te voltar a encontrar
Talvez aqui
Talvez não
Mulher sofrida que na dor espero
Por ti espero
E se não for aqui
Há-de ser na eternidade
Que a minha dor em vida vai mudar quando lá te encontrar
Basta-me esperar...esperar...esperar...
domingo, 23 de outubro de 2011
FOLHAS DE OUTONO
Caem as folhas de Outono
Voam como voou o teu amor
Amarelecidas,douradas,castanhas de mil cores
Voam para da morte fugir
E não sabem que já estão mortas
Também o estará o nosso amor
Não está que o continuo a sentir
Bate-me à porta todos as noites
Quando me deito para dormir
Vem de mansinho afagar o meu rosto
Vem devagar dar-me doces beijos
Abraça-me para não ter medo
E eu a luz apagar
Não preciso dela que o brilho da tua alma chega para me iluminar
Voou o teu amor como as folhas de Outono
Floresce o meu como as flores da primavera que voltarão a chegar
REZAR
Enquanto alguém reza por ti e pede a Deus para feliz te fazer
Alguém te faz ingerir as algemas que te prendem e aos poucos teus órgãos doentes apodrecem
Enquanto alguém te quer para te mimar e fazer doce a tua vida
Alguém te grita e humilha
Talvez até a mão te lance para te agredir e na cara te bater
Enquanto ficas preso sem saber ou sabendo não encontres força para fugir
Aos poucos definhas e por entre os dedos te escapa a vida
Alguém te faz ingerir as algemas que te prendem e aos poucos teus órgãos doentes apodrecem
Enquanto alguém te quer para te mimar e fazer doce a tua vida
Alguém te grita e humilha
Talvez até a mão te lance para te agredir e na cara te bater
Enquanto ficas preso sem saber ou sabendo não encontres força para fugir
Aos poucos definhas e por entre os dedos te escapa a vida
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
ORGULHO
Tenho um grande orgulho na minha capacidade de amar
Orgulho na capacidade de perdoar
Orgulho na coragem de dizer amo-te a quem me joga indiferença e desprezo
Orgulho na minha humildade e simplicidade
Orgulho no meu sucesso e determinação
Orgulho na minha honestidade e sentido de justiça
Orgulho em saber reconhecer os meus erros e pedir desculpa
Orgulho em saber esquecer e de novo recomeçar
Orgulho na minha classe de mulher
Orgulho no homem que amo mesmo sem ele o merecer
Orgulho na capacidade de perdoar
Orgulho na coragem de dizer amo-te a quem me joga indiferença e desprezo
Orgulho na minha humildade e simplicidade
Orgulho no meu sucesso e determinação
Orgulho na minha honestidade e sentido de justiça
Orgulho em saber reconhecer os meus erros e pedir desculpa
Orgulho em saber esquecer e de novo recomeçar
Orgulho na minha classe de mulher
Orgulho no homem que amo mesmo sem ele o merecer
ESTREMECES

Um raio de amargura
Suspensa no teu rosto
Teu triste olhar o reflectiu
No brilho dos teus olhos encontrei
Ou no silêncio profundo
Já não sei...
Se foi mais bela a ternura do teu olhar
Se o teu rosto assustado
Quando me vires fecha os teus olhos meu amor
Não quero sentir o desejo que estremece o teu olhar
E que me diz que entre nós não pode morrer este amor
E que para nós ainda há esperança
A tremer a tua boca deseja encontrar a minha
Porque a doçura do meu ser no teu ficou
Isso o teu coração não nega
Nem a tua boca nunca o falou
AMANTES
Subíamos altos montes para descobrir um horizonte nosso
Um cantinho perto do céu...
E numa entrega louca de amor
Tocava suavemente teus cabelos perfumados
Prendendo tuas mãos nas minhas beijava com doçura teus lábios
Em caricias sem fim entrelaçávamos nossos corpos
Que embriagavam o meu ser e me faziam sentir mulher
Vem
Meu amor vem ver o nosso mundo
O mundo que é só meu e teu
Vem ver de novo a lua
Tu e eu...
Um cantinho perto do céu...
E numa entrega louca de amor
Tocava suavemente teus cabelos perfumados
Prendendo tuas mãos nas minhas beijava com doçura teus lábios
Em caricias sem fim entrelaçávamos nossos corpos
Que embriagavam o meu ser e me faziam sentir mulher
Vem
Meu amor vem ver o nosso mundo
O mundo que é só meu e teu
Vem ver de novo a lua
Tu e eu...
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